segunda-feira, 28 de março de 2011

Gaio, Rosário, 26 e 27 de Março

Aqui ficam algumas fotos de algumas das coisas que se viram na exposição realizada este fim-de-semana na sede do Beira-Mar Futebol Clube Gaiense, no Gaio, Rosário, Moita.







sexta-feira, 4 de março de 2011

Carl Arendt (Actualizado)

Descobri-o há algum tempo (um ano, dois, não sei) através de uma pesquisa no Google. Desde então que sigo o site de Carl Arendt sobre micro-layouts, maquetes pequenas e outras delícias desse género. Religiosamente todas as quinzenas lá vou eu ao site ver o que por lá há de novo.
Esta quinzena o que apareceu (apenas para quem usa browsers que não o IExplorer) era esta mensagem:

Descubro agora, através de vários foruns, que, segundo informação da família, Carl Arendt se encontra internado por doença, sendo o seu estado bastante grave, podendo não sobreviver mais do que alguns dias.
Oxalá que assim não seja e que Carl Arendt regresse o mais rápido possível.
O modelismo ferroviário precisa de homens destes.

Dia 9 de Março de 2011
Infelizmente o pior confirmou-se. De acordo com o que li através de uma pesquisa no Google, Carl Arendt não resistiu e faleceu no passado fim-de-semana.
Condolências à família.
O modelismo ferroviário ficou muito mais pobre.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Castelo

Como há quase um mês que não faço nada (modelisticamente falando, claro), hoje senti necessidade de fazer qualquer coisa. Como já eram quase 6 da tarde e o estaleiro tem que estar desmontado até à hora do jantar, resolvi pegar num castelo da Noch (referência 58600) que tinha no "armazém" e entretive-me a colori-lo.
O trabalho não durou nem uma hora e como o castelo é fabricado num material que me parece ser espuma de poliuretano e, por isso, tem uma superfície porosa, optei por usar o pastel seco (reduzido a pó com ajuda da lâmina do x-acto).
Ao todo usei 7 cores diferentes: 2 castanhos (um "chocolate" e outro côr de ferrugem), 2 amarelados (um ôcre e o outro côr de enxofre), 2 cinzentos (um claro, quase como as cinzas frias, e outro mais escuro, mas não muito) e um verde.
Ainda não considero o trabalho terminado, pois ainda pretendo colar algumas ervas e heras de forma aleatória, mas isso fica para depois, num dia em que não tiver que me despachar por causa do jantar. Quando estiver terminado, irá "morar" para um novo módulo maquetren que ando a planear construir. 
Ficam as fotos com o "antes", o "depois" e, para quem não conhece, fotos onde podem ver o que é essa coisa do pastel seco.
Peço desculpa pela qualidade das fotos. A culpa é mesmo do fotógrafo e não da máquina, a qual  não consegue ler a mente e as intenções do utilizador e por isso foca aquilo que é susposto focar!









domingo, 19 de dezembro de 2010

Boas Festas e um Óptimo 2011

Mina de Enxobregas -Epílogo - A história

E para finalizar o que deveria ter sido o início: a História da Mina de Enxobregas!
A Mina de Enxobregas situava-se nas terras mais orientais do Reino Lisbonensis, zona onde existia um rico veio de beatite, da qual se extraíam vários minerais ferrosos usados em todo o tipo de alfaias e máquinas. Devido a esta riqueza esta zona teve uma ocupação humana ligada à mineração da beatite desde a mais remota antiguidade, sendo muitos os testemunhos arqueológicos desta importante actividade.
Com o passar dos séculos o filão foi-se esgotando e na década de 60 do século XX, época aqui representada, viveu-se o estertor final desta actividade. A partir de 1968, a quantidade de beatite extraída atingiu valores mínimos que não justificavam a continuidade da exploração, tendo a mina encerrado definitivamente em 1970.
Hoje em dia apenas restam das instalações os escombros dos alojamentos do pessoal, os muros de contenção da zona da descarga (bastante degradados) e da mina propriamente dita apenas a entrada se mantém, tendo o resto da galeria ruído há alguns anos . Todo o material circulante, via e tabuleiros de descarga, foram há muito vendidos para um sucateiro do Reino de Houvar.